Por Isabelle Ventim
Enquanto o público aproveita os shows e a programação do Arraiá do Nordeste, em Amaralina, outros profissionais trabalham nos bastidores para garantir uma renda extra e contribuir com a limpeza do espaço. Entre eles estão os catadores de latinhas, que aproveitam o grande fluxo de pessoas durante os festejos juninos para recolher materiais recicláveis.
Moradora do bairro Ana Paula (na foto, a esquerda), integra a CRG BA (Cooperativa de Catadores de Resíduos Sólidos e Reciclagem Geral da Bahia) e usa os grandes eventos como uma oportunidade de renda. Ao lado do marido (na foto, meio), que também está desempregado, ela conta que a atividade é fundamental para o sustento da família, que inclui um filho de 11 anos.
Atualmente, o quilo do alumínio reciclável está sendo comercializado por cerca de R$ 9. Em eventos de maior porte, o casal chega a arrecadar aproximadamente R$ 150 por noite. No primeiro dia de festa, o faturamento foi de R$ 90.
“Tem pessoas que entregam a latinha na nossa mão, outras já jogam no chão para a gente pegar. É um trabalho que faz diferença e ajuda a levar alimento para dentro de casa”, conta Ana Paula, que também aproveita o suporte dos alimentos servidos na cozinha do NES.
O Arraiá do Nordeste de Amaralina é uma realização do NORDESTEuSOU, Toka Produções e Schommer Produções, com apoio do Governo do Estado da Bahia – Um Estado de Alegria, por meio da SUFOTUR, além do apoio da Goob e da Império.





