Com presença de Rodrigo Coelho, equipe da Conder realiza estudos para obras no Pé Preto.

Realizar um estudo técnico a fim de trazer melhorias para a comunidade. Esse foi o objetivo da presença da equipe do Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) na comunidade do Pé Preto, no Nordeste de Amaralina. A visitação, ocorrida na manhã desta quarta-feira (22) é um complemento da reunião realizada na semana passada, quando técnicos do órgão estiveram na localidade para uma avaliação técnica da área. A iniciativa, intermediada pelo advogado Rodrigo Coelho, e que conta o apoio do deputado federal Bacelar (Podemos) e do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), visa a construção de unidades habitacionais, além da urbanização, abastecimento de água e pavimentação do local, onde atualmente residem cerca de 120 famílias em situação de total vulnerabilidade.

“Nós solicitamos à Conder, através do mandato do deputado Rosemberg Pinto e do nosso deputado federal Bacelar, a elaboração de um projeto para urbanização e de moradia popular para a comunidade do Pé Preto. Hoje, foi dado o primeiro passo no sentido de cadastrar essas famílias e fazer o recorte social a fim de saber quem a gente vai atender e quantidade de pessoas que serão contempladas. Tenho dito que a cidade precisa estar bonita para o turista, mas a periferia também precisa ser olhada. Nós vamos olhar para essa população do Pé Preto”, ressaltou Rodrigo Coelho, que esteve presente no encontro.

Obras – De acordo com Graziane de Jesus, coordenadora de projetos sociais da Conder, a visita tem como objetivo é “conhecer a realidade, entender como vivem essas famílias para poder então programar as atividades de selagem (a identificação numérica de cada imóvel) e o cadastro socioeconômico, que é uma ficha onde as pessoas serão questionadas sobre uma série de informações da sua vida”.

“O Governo do Estado faz todo o planejamento e intervenção a partir dessa selagem e cadastro, como vistas a viabilizar a urbanização para quem de fato vive aqui hoje, pois a gente sabe da probabilidade de aumentar o número de pessoas. Nossa equipe está aqui também para analisar como fazer o projeto de intervenção física e regularização fundiária, para que a gente saiba de quem é essa área e então começar as tratativas com o dono”.

“A gente percebe que de fato é uma área que se caracteriza com adensamento precário e que pode ser tratado dentro da política de desenvolvimento urbano”, acrescenta Gaziane.

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Graduado em Comunicação/Jornalismo, e exerce as funções de Editor e Coordenador de Jornalismo do Portal NORDESTeuSOU