O final de ano chegou, e com ele as festas de Natal e Réveillon. No entanto, o clima não é de comemoração para o motoboy Diogo Oliveira Santos, de 25 anos, morador da Chapada do Rio Vermelho. No dia 25 de novembro, uma partida de futebol com amigos, que deveria ser um momento de lazer, transformou-se em um pesadelo que o afastou das ruas e do trabalho.
Conhecido carinhosamente como “Kaká”, apelido que carrega desde os tempos em que vendia picolé na praia de Amaralina ou trabalhava como pizzaiolo, atendente no comércio local. Diogo é o principal provedor de sua casa. Hoje, ele enfrenta as consequências de uma lesão grave que o manteve internado por 11 dias, além de sem previsão de retorno ao ofício.
“Vivo dias difíceis. Tenho uma filha pequena, de apenas 4 anos, e não estou conseguindo comprar os remédios nem garantir a feira de casa. Tudo se tornou uma bola de neve”, desabafa o jovem.
Atuando como motoboy há três anos, Diogo vive sem qualquer tipo de auxílio ou seguro. Recentemente, ele passou por revisão no Hospital Geral do Estado (HGE), e recebeu orientações médicas rígidas. “Ainda não posso colocar os pés no chão. Sua próxima etapa de avaliação será no dia 2 de fevereiro, quando tem uma cirurgia agendada para a retirada de parafusos.
Até lá, o jovem depende da solidariedade de vizinhos, familiares e amigos para sobreviver e custear o tratamento. Aqueles que desejam ajudar o jovem ou saber mais informações: 71 99138‑2312- Diogo




