Léo Santana cobra pacto coletivo sobre imunização: ‘não quis vacinar, fica em casa’

Com redução de público de 5 mil para 3 mil pessoas como medida de contenção ao aumento dos casos de Covid-19, edições da festa comandada pelo cantor foram suspensas.

Cantor Leo Santana faz show em Goiânia, Goiás — Foto: Divulgação/Estúdio WF

Após o anúncio do cancelamento das edições do Baile da Santinha por conta do decreto de redução de público na Bahia, o cantor Léo Santana usou as redes sociais para cobrar um pacto coletivo pela vacinação.

O cantor ainda defendeu uma cobrança maior por parte dos órgãos governamentais na exigência da comprovação da vacina, especialmente em ambientes de ambientes públicos, como bares e restaurantes.

“Os governos precisam reforçar a exigência do cartão de vacinação nos lugares de maneira firme. Precisa haver um pacto entre todos nós sobre isso. Restaurantes, shoppings, bares, todos os lugares de circulação pública. Não quis vacinar, fica em casa”, escreveu.

Nesta terça-feira (11), o governo da Bahia publicou um decreto com uma série de medidas sanitárias para conter o avanço da pandemia no estado. Entre elas, a redução do limite de público em eventos, de 5 mil para 3 mil pessoas, e a o ocupação máxima de 50% da capacidade total do local.

Léo Santana usa redes sociais para pedir pacto coletivo por vacina — Foto: Redes sociais

Léo Santana usa redes sociais para pedir pacto coletivo por vacina — Foto: Redes sociais

Léo Santana ainda afirmou que diante da situação, o setor de eventos precisa pagar uma conta que considera altíssima.

” O que não dá é pra cancelar toda a cultura e eventos e um setor pagar uma conta altíssima que se arrasta por anos. Bora organizar isso aí, gente.”

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