O povo pobre da periferia sofre. A célebre frase, costumeiramente utilizada para mostrar o descaso do poder público com os bairros periféricos, faz ainda mais sentido quando usada em referência ao serviço da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A. nas referidas localidades. No Complexo Nordeste de Amaralina não é diferente. Nos quatro cantos do bairro a reclamação é sempre a mesma: estamos sem água.
Diversas são as mensagens enviadas pelos nossos leitores e seguidores a respeito da falta de água. Em alguns casos, o serviço está suspenso há mais de um mês. Seja Nordeste, Chapada, Vale das Pedrinhas ou Santa Cruz. Só muda o endereço, mas o problema é sempre o mesmo. Veja abaixo algumas dessas mensagens:
“Sabe informar sobre o abastecimento de água que foi interrompido aqui na Chapada? Estamos sem água há mais de uma semana e não vi nenhuma notícia. Sabe informar o que aconteceu?”
“Há mais de 20 dias os moradores da Rua Antônio Carlos Magalhães, na Santa Cruz, estão sofrendo com a falta de água. A maioria das casas os tanques são no alto e a água não sobe. Só chega bem fraquinha de madrugada, pra quem tem torneira no baixo e logo cedo já vai embora. Já fizemos várias reclamações na Embasa, empresa responsável e sem solução”.
“Nós moradores da Chapada do Rio vermelho estamos sem água há uma semana. Vocês podem por favor cobra uma resposta da Embasa?”
“Na Rua São Raul e na Rua José Rocha estão sem água há mais de 2o dias. Estamos tendo que pegar água em algumas casas onde ainda cai um pouco…Isso já virou uma constante!!!”.
Com a palavra, “dona” Embasa.




