O caos se instalou. Não há palavras que discorram sobre o que está acontecendo esse ano. Ainda é o 5° mês e é assustador a quantidade de catástrofes ocorridas.
A positividade do ser humano está sendo posta no fogo, mas está praticamente impossível de resistir a essa prova.
O ano começou com uma tragédia lastimável, o rompimento da barragem em Brumadinho. Centenas de mortos e desaparecidos que pararam o Brasil.

Em seguida chuvas fortes atingiram o Rio de Janeiro e deixaram alguns mortos e desabrigados. E não parou por aí. A guerra se instalou no Rio, Polícia x Bandido, e esse fogo cruzado resultou em dezenas de mortos.

Além disso houve um incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo que deixou 10 vítimas. Dez sonhos mortos.

Como se não bastasse, ocorreu um massacre em uma escola de Suzano em São Paulo, onde muitos se feriram e infelizmente morreram.

E não parou por aí. Um ciclone atingiu Moçambique (África) e deixou mais de 700 mortos e cerca de 18000 pessoas desabrigadas.

A lista parece não ter fim. O assassinato do músico Evaldo dos Santos que teve seu carro alvejado com 80 tiros por militares do Exército, o jovem que foi estrangulado pelo segurança do supermercado, foram casos que chocaram a população brasileira.

Em abril um incêndio atingiu a Catedral de Notre-Dame em Paris, causando estragos consideráveis ao tesouro arquitetônico e artístico que atrai milhões de turistas por ano.

Ademais esses casos, ressalta-se alguns famosos que partiram esse ano de 2019, vítimas de acidentes. Por exemplo, o grande jornalista Ricardo Boechat que morreu em uma queda de helicóptero, o ator Caio Junqueira que faleceu em um acidente de carro, e o cantor Gabriel Diniz também vítima de um acidente aéreo.

Tem sido um ano difícil, de muitas lágrimas, muito desespero e pouca esperança de dias melhores. No 5° mês já existem tragédias suficientes para findar o ano. O que esperar até dezembro? O que mais vem pela frente?
E o que é pior, a maioria dessas tragédias poderiam ter sido evitadas.
A sucessão dessas catástrofes leva a comparações entre desastres que, embora diferentes, têm aspectos em comum – acusações de negligência contra quem administrava os espaços, demora ou inexistência de responsabilização de culpados, respostas insuficientes por parte do poder público e, na maioria dos casos, mortes que poderiam ter sido evitadas.




